O segundo número assume a designação Gazeta de Lisboa, título que se mantém até 30 de dezembro de 1717.
A sua produção era de iniciativa privada ou empresarial, viabilizada na forma de privilégio concedido pela coroa. Os primeiros beneficiários foram José Freire de Monterroyo Mascarenhas (1670-1760), seu redator, e António Correia de Lemos (1680-1747?), tipógrafo de lisboa, encarregue da impressão. A partir de 1716 e até maio de 1725, o privilégio da impressão esteve na posse de Pascoal da Sylva (?-1725), «Impressor de Sua Magestade», título que se manteve até dezembro de 1817.
